sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Mãos Atadas, 01/01/2010

Chuva fina, tempo quente.
Dirigindo devagar, lá esta ela.
Vestida com o sorriso pelo qual eu cometeria qualquer crime, ela se aproxima, e debaixo daquele guarda-chuva, admiro tudo que desejo naquele momento.
Tão meiga, tão linda, tão distante das minhas possibilidades.
Como posso te alcançar, como posso fazer parte dos seus pensamentos?
Se soubesses o quão ruim é guardar dentro de mim esse sentimento tão grande
Peça! Por você eu faço!
Quando chorar, clame pelo meu abraço, eu nunca te negarei.
Quanto mais penso em te ignorar, você veste esse sorriso que me devasta, e mais uma vez me encontro indefeso perante sua majestade.
Tudo é injusto, na sua presença cito besteiras uma, duas, três vezes.
A conversa não toma rumo, minhas pernas tremem.
Você nem se foi, e a saudade já destrói meu peito... Que precisa tanto do seu carinho a ponto de ignorar laços que significam mais que tudo.
Mais uma vez você se vai, e aqui fico eu, assistindo você partir de mãos amarradas.
Esperando você entender que somos o balsamo pras chagas um do outro.

7 comentários:

  1. Zip, AMEI o poema!!!!!!!!!!

    Pode ter certeza que vou voltar sempre pra dar uma olhada!

    Beijo, Karol

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  2. Único canhoto que conheço que usa o mouse com a mão direita.

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  3. windumotherfucker disse...
    Único canhoto que conheço que usa o mouse com a mão direita.


    USHAUISHUAHUahUHaUAhSHa

    mto bom zip...

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  4. Não sabia que vc já tinha me visto num dia chuvoso....
    hahahahahaha, pouco convencida né!

    [off] único canhoto que conheço que usa o mouse com a mão direita.
    hahahahaha, sem comentários ;P

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